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Escrito por Dr. Sergio Eduardo Alonso Araujo
Seg, 20 de Setembro de 2010 17:54

 

Como é feito o diagnóstico? E o tratamento?

O diagnóstico dos pólipos do intestino grosso é realizado através do exame endoscópico do intestino grosso: a colonoscopia.

A colonoscopia permite diagnosticar a presença do pólipo, seu tamanho, forma, localização e, sobretudo, se o pólipo pode ser removido já durante a colonoscopia. O tratamento dos pólipos do intestino grosso é eminentemente endoscópico e feito através da colonoscopia.

A colonoscopia é o exame endoscópico do intestino grosso. Para a sua realização, é necessário realizar um preparo mecânico intestinal para limpar o intestino das fezes, e se faz necessária uma sedação ou anestesia. Esse procedimento de retirada de pólipos durante o exame de colonoscopia é conhecido como polipectomia.

Após a retirada do pólipo, ele é encaminhado para exame anatomopatológico (microscópico).

Alguns pólipos, devido a seu tamanho, localização, ou se existe uma forte suspeita de que o pólipo já abrigue um câncer, não devem ser removidos pela colonoscopia.

Esse paciente precisa ser operado e o segmento de intestino que abriga a lesão precisa ser removido.

Preferentemente através de um tipo de cirurgia minimamente invasiva: a cirurgia videolaparoscópica.

 

O pólipo, nessa situação eventual, não pode e não deve ser removido durante o exame de colonoscopia devido:

- aos riscos de remoção incompleta da lesão;

- ao risco aumentado de complicação do procedimento endoscópico, como perfuração e sangramento;

- ao risco de haver células malignas nos linfonodos, estruturas linfáticas que só podem ser removidas durante a cirurgia.

 

Daí a importância absolutamente fundamental de se submeter à colonoscopia somente em um lugar indicado pelo médico de sua confiança.

Devido à disseminação da realização do exame de colonoscopia em numerosos laboratórios e clínicas, temos verificado muitas vezes que o paciente é submetido ao preparo e depois ao exame, o pólipo é identificado, mas não é removido devido à falta de condições ou segurança para fazê-lo. Isso gera a necessidade de outro preparo, outra sedação e outro exame.

Uma vez que um pólipo é identificado, há necessidade de submeter o paciente a um seguimento endoscópico através da realização de colonoscopias de seguimento a intervalos que vão ser determinados pelo médico especialista.

 

 

Dr. Sergio Eduardo Alonso Araujo - CRM.SP 75637 - é Doutor em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Médico-assistente do Serviço de Cirurgia de Cólon e Reto do Hospital das Clínicas da FMUSP (SP) e Titular da Sociedade Brasileira de Videocirurgia.

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