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Você sabia que o gengibre faz bem à saúde? É isso mesmo. Segundo a nutricionista Vanessa Lobato, ele possui mais de 400 substâncias, com propriedades digestivas, expectorantes e até afrodisíacas.

O gengibre apresenta inúmeras propriedades farmacológicas, influenciando os sistemas digestores, nervoso central e cardiovascular. Ele também age como estimulante para o TGI, aumentando o peristaltismo e o tônus do músculo intestinal, impedindo a formação de gases no aparelho digestivo.

Os extratos de gengibre estimulam os centros vasomotor e respiratório, melhorando a respiração em casos de congestionamento nasal, auxiliando no combate de gripes, resfriados, catarros crônicos, tosses, fraquezas do estômago, rouquidão e bronquites.

O gengibre também tem ação anti-inflamatória, sendo eficaz nas desordens reumáticas e artríticas. "Fazer compressa das raízes para as dores externas reduz as dores reumáticas, no nervo ciático e nevralgias", explica a nutricionista.

Ele pode ser consumido fresco, seco, em conserva ou cristalizado. O gengibre fresco é usado em preparações culinárias ou para o preparo de infusões. Já o seco é mais usado para compressas. O em conserva é utilizado também na culinária e o cristalizado com açúcar é usado como confeito para irritações na garganta ou cristalizado no sal. "Quando usar o gengibre fresco é importante tirar a pele dele, com uma faca", diz Valéria.

Apesar de ser recomendado o uso do gengibre para problemas estomacais, em pessoas com úlcera ativa o consumo da tintura pura (maior concentração de ativos) deve ser evitado. Pessoas com problemas cardíacos também devem consumir com moderação.

A nutricionista também chama atenção para o fato de que, pela presença de terpenos, um óleo, deve-se lavar as mãos após o manuseio e evitar exposição solar para não manchar a pele, assim como o limão.

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